FASETE - Faculdade de Sete de Setembro

Revista Rios Eletrônica

Revista Eletrônica da Faculda Sete de Setembro - FASETE
ISSN 1982-055


Edição 2018 - n. 18

ECOLOGIA HUMANA DAS FEIRAS LIVRES: Uma abordagem sobre sociabilidades e socioambientalidades

Emille Mena Lima Menezes Rios / Adriana Maria Cunha da Silva

RESUMO

As feiras livres sempre foram de grande relevância e lugar de comercialização de produtos e mercadorias diversas, desempenhando um relevante papel na economia das cidades planetárias ao longo da História, possuem uma significância cultural antiga e uma função social representativa, proporcionando distração e divertimento aos seus frequentadores. Este trabalho buscou discutir acerca das feiras livres enquanto espaço de sociabilidades e socioambientalidades e, portanto, de Ecologias Humanas. Para a sua realização foi feito, em primeiro momento, um levantamento bibliográfico em banco de dados virtuais acadêmico-científicos bem como em publicações impressas sobre os dois temas centrais: Ecologia Humana e Feiras livres. O texto está dividido em duas partes. A primeira discute sobre as definições da Ecologia Humana, seu campo de debates e pesquisas e sua conformação nos espaços das feiras livres. A segunda, debate sobre as sociabilidades e socioambientalidades das feiras livres como centro onde as Ecologias Humanas se materializam e se imaterializam. As feiras, dentro desse contexto, se conformam como palco de relações afetivas entre pessoas e delas com o meio ambiente, portanto, sendo espaços de sociabilidades e de socioambientalidades. Lugar de Ecologias Humanas e suas inter, multi, trans e pluridimensionalidades. Complexas significações e ligações que não se simplificam nas fragmentações das relações, mas se fazer como uma totalidade quando extrapolam as frágeis linhas imaginárias que contornam essas conexões.

PALAVRAS-CHAVE: Relações humanas. Relações homem-natureza. Ecologia Humana. Pluridimensionalidade.

ABSTRACT

Street markets have always been a relevant place for the sale of variable products, developing an important role in the cities’ economy throughout history. They have an old cultural significance and a representative social role, that provides fun and entertainment to its visitors. This work aimed to discuss about the street markets as a space of sociability and socio-environment, therefore, a place of Human Ecology. To conduct this research, it was conducted a bibliographic gathering in academic-scientific databases online and also among physical publications about two main topics: Human Ecology and Street Markets. This text is divided in two parts. The first one discusses the definitions of Human Ecology, its debate fields and the way it fits in the space of the street markets. The second one debates the sociability and the socio-environment of street markets as a space where the Human Ecologies are materialized and immaterialized. The markets, in this context, are a stage for affective relations among people and between people and the environment, therefore, characterized as a space of sociability and socio-environment. A place of Human Ecology and its inter, trans and multi-dimensionalities. Complex significations and connections that can’t be simplified in the fragmentation of relationships, but become total when the frail imaginary lines that delineate these relations are surpassed.

KEYWORDS: Human relations. Man-nature relations. Human Ecology. Pluridimensionality.

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